domingo, 14 de maio de 2017

Esclarecimento

Quase que ciclicamente o Santo Huberto passa por algumas convulsões. Talvez seja uma forma de se renovar, não sei, o que sei é que a maior parte das vezes muita gente fala, mas poucos sabem o que dizem. Geralmente quem fala é quem nem sequer esteve presente, fala porque ouviu contar. Fala porque alguém lhe deu corda e o empurrou para a frente do touro.

Serve esta introdução para esclarecer o seguinte: 
- Contrariamente ao que dizem por aí, não tenho, nem nunca tive, qualquer interferência nas mais recentes decisões emanadas pela Comissão de Santo Huberto da CNCP (CSH). Aliás, não tive, nem poderia ter, uma vez que esta é composta por três membros nomeados pelo presidente da CNCP, cujas decisões são soberanas e apenas prestam contas ao mesmo. Pensar que eu poderia, de alguma forma, ter alguma palavra nesse processo, é passar um atestado de menoridade a essa comissão, a cada um dos seus membros e ao próprio presidente da CNCP.
- Para que fique bem esclarecido, eu tive conhecimento dessas normas no mesmo dia que tiveram 30 ou 40 pessoas que estavam presentes quando foi feita a palestra que antecedeu uma prova e nos foi lida a circular que havia sido enviada às federações.
- Por acaso, durante essa manhã e no local onde estavamos concentrados, tive a oportunidade de falar com vários companheiros que serão testemunhas do que eu disse acerca do assunto. Não querendo aqui nomear as pessoas que puderam ouvir, manifestei a minha opinão, dizendo que era a favor da existência de uma barrage final (principalmente em provas de um dia), e que não via razão para não se poder ver as provas.
- Posteriormente, em privado e a nível pessoal, tive a oportunidade de falar com quem de direito (um membro da CSH), e dar a minha opinião, porque não gosto de tratar dos assuntos na praça pública, nem acho que seja essa uma forma de se chegar a algum lugar. A minha opinião vale tanto como a de outro qualquer. E tanto vale, que não alterou nada.
- Levantar boatos maldosos e teorias da conspiração envolvendo o meu nome, mais não são do que manobras cobardes por parte de alguns que, à falta de objectivos na vida, se dedicam à maledicência e ao jogo de atirar a pedra escondendo a mão, apostando no dividir para reinar e usando a mentira para justificarem os seus fracassos.

Dito isto, e para que fique bem claro, reservo-me o direito à indignação e à defesa do meu bom nome.
Continuaremos a encontrarmos-nos por aí, nas provas, onde espero que continuem a vencer os mais aptos e competentes.

Saudações santo-hubertistas